domingo, 28 de junho de 2015

Metafísica da Saúde I - Porque ficamos doentes?

Porque ficamos doentes? A causa de tudo está em si.




A grande maioria das pessoas atribui à sorte, ao azar, ao acaso ou a um poder superior a causa de tudo o que lhes acontece na vida. Com isso, jamais procuram verificar a verdade sobre os fatos. Elas preferem optar por uma atitude conformista ou comodista, alimentando uma postura interna de vítimas.

Ficam hipnotizadas pela idéia de impotência diante de certos acontecimentos que consideram difíceis e sobre os quais não querem ter nenhum controle ou responsabilidade. É comum, nas situações dolorosas que as afetam a elas mesmas ou aos outros, as pessoas se acovardarem, em vez de resistirem com coragem e determinação. Quando não compreendem a causa de certos acontecimentos catastróficos, alguns justificam o seu comodismo com frases como: "Deus ou o destino quis assim" ou "Não aconteceu porque não era para ser".

Outros preferem revoltar-se a procurar desvendar a verdadeira realidade dos fatos. Reagir com comodismo ou revolta é preservar uma atitude de vítima.

O "vitimismo" é sem dúvida o maior empecilho ao progresso da humanidade.

Também pensa dessa maneira? Acredita que sorte, azar, acidentes, catástrofes, dramas, alegrias, enfim, as coisas que acontecem na sua vida são independentes de sua vontade?
Considera que o acaso provoca as situações más? Pensa que os seus problemas são originados pela inveja dos outros ou pelo destino e não pela sua condição interna?
Se acredita nisso, provavelmente vive nas teias amargas do "coitado", pois deixa-se levar ao sabor dos acontecimentos, já que está sob o domínio de uma força que considera ser independente da sua vontade. Pensar dessa maneira causa-lhe complicações e sofrimentos que reprimem a expressão da vida.

Aquele que se julga vítima acredita que está no mundo para sofrer. Alimentar pensamentos dessa ordem não lhe permitirá usar o seu poder de transformar os acontecimentos desagradáveis e edificar uma vida melhor. 

De um modo geral, o ser humano acredita na fatalidade, no acaso e na negligência. Quando os "acidentes" acontecem, as pessoas imediatamente definem as ocorrências, sem dar a oportunidade de perceber se há uma outra forma de encarar os fatos.
Compreender o que está por trás de um acontecimento exige uma certa predisposição a acatar o novo e a abandonar os conceitos impregnados na humanidade.

A idéia de sermos vítimas das fatalidades não é a melhor concepção de vida. É inaceitável acreditar que um ser superior governe tudo como um déspota ou mesmo que é o acaso que provoca todos os contratempos na vida das pessoas.

Assim também não se pode acreditar que a natureza é caótica a ponto de cometer alguns lapsos nos seus intrincados mecanismos de funcionamento. A natureza é sábia, portanto para toda a ação há sempre uma causa, mesmo quando a nossa inteligência não consegue alcançar o conhecimento dos processos da vida.

Quem segue a sua intuição e procura uma outra visão dos acontecimentos, rompendo com a concepção do acaso e da injustiça, acaba por encontrar as respostas para os acontecimentos desagradáveis.

Experimente desafiar a idéia de fatalidade e procure a consciência das verdadeiras causas. Não acredite cegamente no que lhe foi passado. Procure obter uma vivência prática, observe as sensações do seu corpo, ouça a sua intuição.
Esse procedimento possibilita desvendar a realidade dos acontecimentos.

Qual a explicação plausível para o que acontece de bom ou prejudicial na nossa vida?
A resposta é: A causa de tudo está em si!

É o centro da sua vida e senhor de seu próprio destino.
Caso as suas condições de vida estejam repletas de impedimentos, relacionamentos difíceis, escassez de recursos económicos, doenças, etc., é sinal de que não está a fazer o  uso adequado dos seus poderes naturais, os quais comandam o seu destino.

Acatar a consciência metafísica é abandonar o pretexto de atribuir ao externo as suas frustrações internas; é reconhecer em si mesmo o referencial manifestador que cria a realidade, atraindo para si tudo de bom ou mau que lhe acontece na vida.

A vantagem dessa mudança é que resgata o poder natural e passa a ter capacidade para transformar as situações desagradáveis que estão à sua volta, alterando o curso da sua vida para melhor.
Se de um lado perde o álibi que justifica as suas inabilidades, por outro adquire o poder interior de intervir nas situações externas.

Essa postura vai tirá-lo da passividade e da dependência dos outros ou da concessão das forças naturais, proporcionando as condições internas necessárias para edificar uma vida nova.
Inicialmente pode estranhar essa nova concepção de vida. Para muitas pessoas é difícil pensar assim, aceitar como verdade o fato de que são elas que põem em movimento tudo o que lhes acontece e não responsabilizar alguém — nem mesmo Deus — pelo que se passa com elas.

Está disposto a encarar a vida por uma nova perspetiva? Isso exige parar de se colocar como vítima e dar-se uma oportunidade de estudar os acontecimentos por um outro ângulo.
Esta é uma tarefa que requer tempo, observação e dedicação, porém os resultados serão promissores.
Empenhar-se na reformulação interior é um importante passo para o sucesso e a realização pessoal. Essa conduta opera significativas mudanças na sua forma de pensar e agir.
Renovado interiormente, torna-se mais perspicaz para compreender o motivo da sua vida, seguir um caminho e não outro, e o significado de tantas adversidades.

A vida não é estúpida nem inconseqüente, tampouco somos vítimas, mas sim os condutores do nosso próprio destino. Mediante isso não deve sentir-se culpado. Se a sua postura ao longo da vida foi de omissão, assuma a responsabilidade.
Ser responsável é ter habilidade natural de criar respostas, passar a conduzir a sua vida de forma consciente. Lúcido do seu direito de escolha, vai agir com mais segurança, podendo evitar aborrecimentos e alcançar mais rápido a felicidade.

Não confunda responsabilidade com obrigação.  Obrigação é força-lo a fazer algo contra a sua natureza, e responsabilidade é a consciência do seu poder de causar reações no mundo.

Ser responsável é reconhecer e respeitar os próprios sentimentos, usar o bom senso e assumir o direito de escolha, podendo dar ou tirar a importância do que acontece ao seu redor.

Pode optar entre o positivo e o negativo de uma situação. Encarar os fatos com otimismo é considerar as perspectivas favoráveis, e com pessimismo é aceitar a derrota com antecedência.
A qualquer momento pode-se acreditar ou desacreditar, só depende de si.

A consciência metafísica não irá privá-lo das experiências da vida, ela atenua a intensidade dos obstáculos porque o fortalece para enfrentá-los, resgata o poder interior e promove o reconhecimento do potencial que existe na sua alma.

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