domingo, 26 de abril de 2015

A Deusa de Inverno e a Mulher Anciã - Ciclo Menstrual



Dentro de nós residem quatro deusas interiores, cada uma delas oferece-nos as suas energias, presentes especiais e habilidades, e também as suas necessidades e os seus sonhos.
Cada fase do nosso ciclo menstrual está associada com uma dessas deusas, e com as suas energias.
 Quando começamos a perceber as nossas deusas interiores e as suas energias - e como elas nos fazem pensar e sentir nas suas fases -, isso pode ajudar-nos a sentirmo-nos bem com nós mesmas.
As nossas quatro deusas interiores não são uma nova descoberta. Elas foram reconhecidas pelas mulheres no nosso passado e são tradicionalmente associadas com as energias do ciclo da lua, da vida e do ciclo menstrual. (veja mais sobre as quatro deusas interiores aqui)

Elas são:
  • A Deusa de Inverno e Mulher anciã 
  • A Deusa da Primavera e Jovem menina (veja aqui)
  • A Deusa de Verão e Deusa Mãe (veja aqui)
  • A Deusa de Outono e Deusa Feiticeira (veja aqui)

A Deusa de Inverno e Mulher Anciã


A Deusa de Inverno aparece no nosso primeiro dia de sangramento até por volta do dia 6. Este é o nosso tempo de Lua.

Como nos sentimos com a Deusa de Inverno?

No inverno, os dias são mais escuros e frios, e podemos ver melhor as estrelas. A terra está desguarnecida e vazia, e tendemos a querer ficar mais para dentro, sem fazer nada a não ser nos recolher no calor e na escuridão, como os animais. Nesse tempo, temos tendência a refletir sobre o que passou, sonhar acordadas sobre o futuro, sentir o que vamos querer fazer e nos comprometermos com resoluções para o novo ciclo.
Como na Lua Nova, as nossas energias estão retidas do mundo e descansamos, restaurando as nossas energias e conectamo-nos à Unidade do Universo.
Na fase Deusa de Inverno, podemos:
  • sentir isolamento e fragilidade
  • estarmos felizes por nos sentarmos e não pensar em nada
  • querer fazer muito pouco
  • sentir cansaço
  • sentir felicidade em deixar ir embora coisas que nos incomodaram na fase do outono
  • sermos mais capazes de perdoar e esquecer
  • estarmos menos motivadas à ação e a conseguir as coisas
  • sermos mais capazes de compreender o que queremos na vida e nos comprometermos com isso
  • saber que estamos bem assim como somos
  • chegar a conhecer o nosso verdadeiro eu por detrás de todos os julgamentos e expectativas
Actividades fáceis na fase da Deusa de Inverno:
  • Dormir!
  • Meditar ou rezar
  • Fazer só o que é importante
  • Perdoar a si mesma e aos outros
  • Deixar o passado para trás
  • Perguntar a mesma o que realmente quer na vida e sentir a resposta
  • Desfrutar do sentimento de se aceitar, a sua situação e as pessoas à sua volta
  • Visualiza um futuro positivo
  • Comprometer-se com quaisquer mudanças que queira efetivar no ciclo seguinte
  • Recolher-se na sua caverna interna e desfrutar!
Nesta fase esteja atenta para não:
  • ficar irritada porque não conseguiu ter tempo para descansar
  • ficar stressada e tentar fazer tudo o que faria normalmente
  • tomar mais café para vencer o cansaço
  • ter falta de energia física e mental, o que pode gerar erros, incompreensões e esquecimentos
  • ter falta de apetite
Conselhos para a Deusa de Inverno:
  • descanse e relaxe
  • fique sozinha
  • conecte-se com a natureza
  • durma mais
  • tenha tempo para sonhar acordada e visualizar os desejos do seu coração.
Quais as atividades a fazem sentir bem nessa fase?

Para compreender melhor as suas deusas interiores e os ciclos menstruais, veja aqui.

Source: Descubra as deusas dentro de si - Miranda Grey


Cuide de Si Com Amor ♥

Vanda

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Ciclo das Deusas! - Ciclo menstrual




Normalmente, começamos a contar os dias do nosso ciclo iniciando pelo primeiro dia de sangramento, que é chamado menstruação e ao qual com frequência também nos referimos como período da Lua. Este período ocorre aproximadamente a cada 28 dias - sendo que esse número também pode mudar de ciclo para ciclo, podendo ter mais ou menos dias.
O nosso primeiro dia de Lua é o dia 1 do nosso ciclo!
Assim como acontece na menstruação, nós também libertamos um óvulo a cada ciclo, e isso é chamado de Ovulação.
Para as mulheres que possuem um ciclo aproximado de 28 dias, a ovulação ocorre entre os dias 14 e 16 do ciclo. Muitas não percebem esse acontecimento, mas algumas sentem uma ligeira dor ou notam diferença no muco vaginal.
A maioria das mulheres com um ciclo de 28 dias liberta um óvulo entre os dias 14 e 16 do ciclo.
Após a libertação do óvulo, entramos na fase pré-menstrual, e a mulher por experimentar a TPM. Esses são dias em que podemos nos sentir muito emotivas ou irritadas, ter vontade de comer certos alimentos, apresentar uma série de sintomas físicos como inchaço ou sonolência, e precisar de dormir mais.
Podemos dividir o nosso ciclo em 4 fases ou grupos de dias. Lembre-se, entretanto, que a duração natural das suas fases pode ser maior ou menor que no exemplo seguinte:


 Conheça as Deusas dentro de si!
Dentro de nós residem quatro deusas interiores, cada uma delas oferece-nos as suas energias, presentes especiais e habilidades, e também as suas necessidades e os seus sonhos.
Cada fase do nosso ciclo está associada com uma dessas deusas, e as suas energias podem interferir:
  • na forma como pensamos
  • a maneira como nos sentimos
  • a nosso nível de energia física
Quando começamos a perceber as nossas deusas interiores e as suas energias - e como elas nos fazem pensar e sentir nas suas fases -, isso pode nos ajudar a nos sentirmos bem com nós mesmas.
Podemos:
  • sentir mais conforto com o nosso corpo
  • sentir que temos maior controle sobre nós mesmas porque sabemos por que estamos a sentir o que sentimos
  • sentir mais confiança com as nossas próprias habilidades
  • sentir maior coragem para criar sentimentos positivos sobre nós mesmas
As nossas quatro deusas interiores não são uma nova descoberta. Elas foram reconhecidas pelas mulheres no nosso passado e são tradicionalmente associadas com as energias do ciclo da lua, da vida e do ciclo menstrual.



A Deusa do Inverno e Mulher anciã - veja aqui.
A Deusa da Primavera e Jovem menina - veja aqui. (em breve)
A Deusa do Verão e Deusa Mãe - veja aqui. (em breve)
A Deusa do Outono e Deusa Feiticeira - veja aqui. (em breve)
Como perceber o que sente?
Cada uma de nós é diferente, por isso precisamos criar a nossa relação pessoal com as nossas deusas interiores para compreendê-las e aceitar os seus presentes de sabedoria. Para isso, precisamos perceber como cada deusas nos faz sentir na sua fase, e recordar algumas simples observações.
Tome notas num caderno ou diário. Diariamente faça a si mesma estas perguntas:
  • Como está a minha energia física?
  • Como me sinto?
  • Consigo superar as coisas facilmente?
  • Como me sinto emocionalmente?
  • O que é importante para mim?
  • A minha memória está boa?
  • Tenho muitas ideias neste momento?
  • Consigo me concentrar facilmente?
  • Sei o que quero?


 Irá notar que o que sente durante as suas fases é diferente. Estará mais consciente das suas emoções, dos seus pensamentos e do seu corpo. Compreenderá quais os momentos em que deve descansar, avançar e agir ou simplesmente disfrutar!
Source: Descubra as deusas dentro de si - Miranda Grey
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quinta-feira, 23 de abril de 2015

A dor ciática


Quando um dos nervos que une a coluna aos membros inferiores fica sob pressão, a dor acontece: é a ciática. Uma hérnia de disco é, com frequência, a causa, mas esforço excessivo e posturas incorretas também podem provocar a dor.


Não é uma doença, mas um sintoma de um problema que envolve o nervo a que foi buscar o nome – o nervo ciático, o mais longo do corpo humano e que desce da coluna vertebral até aos pés, passando pelas nádegas e por cada uma das pernas.
É ele que controla a maioria dos músculos dos membros inferiores, dando sensibilidade às coxas, pernas e pés.


A ciática ocorre quando este nervo é sujeito a pressão, geralmente na região lombar (a parte inferior da coluna). E a causa é, quase sempre, uma hérnia discal. Mas pode ser igualmente um tumor espinal ou um trauma, resultante, por exemplo, de um acidente de viação ou de uma queda.

A dor é, então, a principal consequência. Uma dor que irradia da coluna em direção às nádegas, continuando em sentido descendente ao longo do percurso do nervo ciático.

E que é de intensidade variável, desde ligeira a muito intensa, acompanhada de uma sensação de queimadura e de extremo desconforto, sendo ainda descrita como semelhante a um choque elétrico.



Tossir ou espirrar pode agravá-la, o mesmo acontece quando se está demasiado tempo sentado. E, apesar de o nervo se dividir em dois a partir da coluna, geralmente apenas é afetada uma das extremidades.

À dor pode juntar-se dormência e fraqueza muscular, na perna ou no pé. E nos dedos ou noutra parte do pé pode sentir-se formigueiro.

Qualquer pessoa pode queixar-se de ciática, mas ela é mais frequente a partir dos 30 anos, devido aos efeitos do envelhecimento sobre a estrutura da coluna vertebral. É a partir da terceira década de vida que os discos que separam as vértebras – funcionando como um amortecedor quando se movem – começam a sofrer alguma deterioração, abrindo caminho a uma hérnia discal.

Também a ocupação profissional é um factor de risco se envolver a condução de veículos por longos períodos, ou transporte de cargas pesadas ou movimentos que impliquem esforço para a coluna. Até porque as posturas corporais incorretas acabam por exercer pressão sobre o nervo.

A ciática é ainda comum em pessoas sedentárias ou que passam demasiado tempo sentadas. E pode também ser consequência da diabetes, dado que esta doença crónica relacionada com o metabolismo do açúcar aumenta o risco de neuropatia (lesões nos nervos).

Resumindo as causas comuns da ciática são:
  • Deslocamento do disco
  • Síndrome piriforme (um distúrbio da dor envolvendo o músculo piriforme nas nádegas)
  • Lesão ou fratura pélvica
  • Tumores
 

Os sintomas de um exame simples e prévio podem mostrar:
  • Fraqueza ao dobrar o joelho ou ao movimentar os pés
  • Dificuldade de dobrar o pé para dentro ou para baixo
  • Reflexos anormais ou ausentes
  • Dor ao levantar a perna esticada para fora da maca

A Acupuntura é bastante eficaz no tratamento deste tipo de dor, em apenas algumas sessões consegue-se controlar a inflamação do nervo e eliminar a dor, sem haver necessidade de recorrer a medicação química.

Marcação de consultas: 229 414 651 / 965 090 409
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 Saiba mais sobre outras especialidades aqui.

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Vanda Canavarro
Pós-graduada em Medicina Chinesa
Consultas na Naturalis
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terça-feira, 21 de abril de 2015

A Alma...




A expressão da alma é serena, mansa, sem arroubos ou depressões. A expressão da alma é a expressão da paz, da tranquilidade.
 A alma não se exalta, nem se desespera. Expressa-se sempre no mesmo tom, porque ela não busca nem evita nada, não tem que partir nem chegar.
A alma vê e reage ao que vê, sem ter que provar nada, nem convencer ninguém. A alma brinca e vive sempre da mesma maneira. Tudo para ela é vida. A expressão da alma é a mais pura e real expressão do seu eu interiorO ser interior, quando se expressa, é a expressão da verdade, daquilo que vê, sente, e ouve, sem subterfúgios, sem os jogos sociais.
A alma, quando se expressa, é percebida e sentida, vista e amada. A sua expressão toca fundo nas pessoas, de maneira suave e direta. Tocar as pessoas é um gesto da alma. A máscara, os jogos encontram ressonâncias em outra máscara, em outros jogos. Para encontrarmos a pessoa do outro, precisamos nos expressar com a nossa alma.
Se a sua alma se esconder, ou não se expressar, estará mostrando ao outro que a alma dele também não poderá ser expressa. Então não haverá o encontro curativo. Ele perceberá que junto de si não existem condições para que sua alma se expresse.
Uma vez que evita a sua própria, como então, poderá receber a dele? Só receberá a alma do outro se estiver à vontade com a sua. Só encontrará o outro se antes tiver se encontrado consigo. Só assim o outro poderá existir.

Deepak Chopra

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quinta-feira, 9 de abril de 2015

10 formas criativas de usar Cristais


  
Desde épocas antigas, os cristais foram usados como uma forma de curar, proteger, ampliar a mente, o corpo, e a alma.
Mesmo se não acreditar nos seus poderes de cura mágicos, é impossível negar a sua beleza.
Há imensas formas de nos cercarmos destas maravilhosas pedras.

1. Coloque-os no jardim. Adoro a ideia de incorporar pedras num jardim exterior, e usar cristais é uma maneira tão bonita de o fazer. Na imagem pode ver uma ametista, o quartzo, e a pirite.

2. Pendure-os numa janela. .Pode envolvê-los numa linha ou fio de forma a que possam ser pendurados.




3. Faça um caça-sonhos. Na minha opinião, o caça-sonhos perfeito inclui sempre um cristal. Na imagem foi colocado um quartzo fumado.
  
  
4. coloque-os numa taça. Esta é uma ideia tão simples, mas perfeita. Arranje cristais de tamanhos diferentes colocados numa taça de madeira. Mantenha-a perto de si, na sua mesa de trabalho ou até mesmo na sala, servindo de decoração.



5. Faça um jardim do zen. Encha uma bacia com areia, arranje com cuidado alguns cristais menores, misturando-os com qualquer outra coisa que deseje — flores, penas, velas tealight, por exemplo.

  
6. Faça uma colar de cristal. Este é um quartzo fumado a ajuda a manter-se centrado e aterrado ao longo do dia.

  

7. crie uma mandala de cristais. Faça isto num armário ou em cima de uma mesa e vá mudando a disposição seguindo a sua intuição.

  

8. Use-os como pisa papel - Os cristais são os pisa papel perfeitos, aumentando a sua criatividade.

9. Leve-os num piquenique. Os cristais fazem a decoração perfeita para um piquenique de verão. Além disso, precisará certamente de algo para prender a manta do piquenique, certo?  ;) 


10. Traga-os na sua bolsa. Nada melhor do que levar um cristal ou dois junto a si onde quer que vá. Nunca sabe quando pode  precisar de proteção ou inspiração. Coloque-os na sua bolsa favorita de moedas e mantenha-os sempre junte a si.


Como é que acrescenta os cristais à sua vida?


Source: http://blog.freepeople.com/2014/06/10-ways-healing-crystals/#ixzz3Wpo8ZXOI


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Os ruídos internos...


Às vezes é preciso silenciar, aquietar a mente e mergulhar no mais profundo do nosso Eu para perceber e ouvir os ruídos internos. Aqueles ruídos que teimamos em não perceber, pois, por vezes, são demasiadamente barulhentos para os conseguirmos suportar.



Eles surgem como pequenos sussurros, passando para notas mais agudas, até se tornarem num grito histérico que nos aperta o peito e sufoca a garganta, impedindo-nos de respirar a suave brisa da vida.

Esse sussurro não passa do nosso tesouro mais íntimo, da voz da nossa alma, que nos mostra o caminho já percorrido vezes sem conta, em épocas longínquas de plena harmonia com o Universo, mas que se transformaram em passos esquecidos pela nossa teimosia e resistência.
 Esses passos já foram dados, a sola dos sapatos cansados já está gasta, só é preciso silenciar e escutar...



 Autoria: Vanda Canavarro
Com Amor e Gratidão
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